Mobilidade Urbana e Cidade Acessível: uma questão de atitude

Imagem de Mabel Amber por Pixabay


Tempo de leitura: 6 minutos
Escrito por Monica Lupatin Cavenaghi
Edição: Guilherme Rocha
Contato: guilherme@cavenaghi.com.br


“Era um ensolarado dia de verão quando Marina conheceu Fernando. Homem lindo, dono de um largo sorriso e absolutamente gentil e delicado, Fernando conquistou rapidamente o coração de Marina, que há tempos não batia assim por alguém. Foram necessários poucos dias para que o desejo de se encontrarem mais e mais crescesse, como tinha de ser. Afinal, assim são as coisas do coração. Insondáveis e incompreensíveis. Intensas e avassaladoras.”

Qual a sua expectativa para a continuidade deste conto? O que você deseja à Marina e Fernando? Imagino que, assim como eu, você deseja que se encontrem mais e mais e que, em se encontrando, encontrem-se com tudo aquilo que o amor traz de extraordinário.

Mas, e se considerarmos que Fernando é paraplégico. O que muda? “Nada”, provavelmente você dirá! Sim, de fato nada muda entre o amor e as possibilidades de felicidade deste casal. Contudo, há que se considerar que eles poderão ser privados de várias experiências se a sociedade não lhes for generosa e se a cidade onde vivem não for acessível.

É neste contexto inclusivo e completo que precisamos pensar em mobilidade urbana. Antes de mais nada, é preciso entender o conceito: mobilidade urbana é a reunião das formas e meios utilizados pela população para se deslocar dentro do espaço urbano. E aqui, para que a história de Marina e Fernando se desenrole como imaginamos, há dois fatores importantíssimos a serem superados.

O primeiro deles é a inclusão do tema mobilidade nas políticas públicas, incluindo aí o planejamento e a implementação de ações que melhorem a acessibilidade e a mobilidade de pessoas e cargas nas cidades e, junto com isso, integrem diferentes meios de transporte. Notem que, por enquanto, não estamos falando de acessibilidade para pessoas com deficiências.

Embora sem muitos resultados práticos, o Brasil tem desde 2012 uma Política Nacional de Mobilidade Urbana, cuja aplicabilidade deveria ser obrigatória para cidades com mais de 20 mil habitantes. A determinação inicial era que, até 2015, todas as cidades com este perfil deveriam contar com um plano de acessibilidade urbana que melhorasse o deslocamento das pessoas; integrasse diferentes meios de transporte; e estabelecesse um preço acessível para as tarifas dos mesmos.

Acontece que, até o final de 2015, apenas 5% das prefeituras brasileiras prepararam seus planos e o prazo foi prorrogado para 2018. Ou seja, para que a história de Marina e Fernando continue como imaginamos, é preciso, primeiro, que esta lei seja cumprida.

Falando em lei, se levarmos em conta que Fernando é paraplégico, é preciso que uma outra também seja cumprida. O artigo 46 da Lei Brasileira de Inclusão (LBI), promulgada em 2015, prevê que “o direito ao transporte e à mobilidade da pessoa com deficiência será assegurado em igualdade de oportunidades com as demais pessoas, por meio da identificação e eliminação de obstáculos e barreiras ao seu acesso”.

E não se trata apenas de garantir a oferta de veículos adaptados. Em São Paulo, por exemplo, a SP Trans informa que mais de 50% de sua frota de ônibus e micro-ônibus são adaptados para cadeirantes. Se vivesse em São Paulo, Fernando teria transporte público, mas enfrentaria uma dificuldade enorme para conseguir chegar a um ponto de ônibus, isso por conta de calçadas esburacadas, meio-fio sem rampas, postes mal colocados e uma série de outras barreiras e obstáculos que, ao contrário do que prevê a LBI, não foram identificados e eliminados.

Enfim, pensar em mobilidade é pensar, antes de mais nada, em todos. Temos que ter vagas acessíveis, mas também garantir o acesso a elas, como passo inicial. Mais que leis, é preciso que compreendamos a beleza do conceito do “desenho universal”, onde tudo é desenhado para todos, incluindo aí o passeio público, as vias, os semáforos, o transporte coletivo, os táxis, os estabelecimentos comerciais, etc. Muito mais inteligente do que uma escada com uma rampinha ao lado é pensar numa rampa espaçosa, por onde todos passem; é pensar em calçadas sem meio-fio; é pensar em estabelecimentos comerciais com portas amplas e banheiros acessíveis. Tudo mais inclusivo, mais inteligente e mais racional.

Planejar nossas cidades desta forma seria bom para a Marina, bom para o Fernando e bom para toda a sociedade. Claro que há conquistas e que avançamos muito nos últimos 30 anos, mas ainda há uma distância enorme entre o existente e o ideal. Para cumprir este trajeto, é preciso buscar o que entendemos ser justo e necessário para todos e isso exige uma nova atitude, mais positiva. De todos.

Acredito muito mais num bar que provê acesso a partir do desejo genuíno de atender melhor a seus simpáticos e festivos clientes cadeirantes, do que em comerciantes que providenciam uma rampa “de mau jeito” apenas porque a legislação assim determina. Com mais atitudes como esta, a história de Marina e Fernando poderia terminar assim, da forma como todos desejamos:

“Marina e Fernando encontraram-se muitas e muitas vezes. Almoços apressados em meio a exaustiva rotina de trabalho, em busca de um beijo roubado. Passeios de mãos dadas pelo parque. Sessões de cinema sem assistir ao filme. Tudo era motivo de encantamento. Tudo os fazia felizes, desde uma pizza na casa dos tantos amigos, até um jantar à luz de velas no melhor restaurante da cidade, afinal, Fernando e Marina haviam encontrado um ao outro. Haviam encontrado o amor.”



Monica Lupatin Cavenaghi é administradora de empresas e empresária, diretora comercial da Cavenaghi e vice-presidente da ABRIDEF, Associação Brasileira da Indústria, Comércio e Serviço de Tecnologia Assistiva.

Almofadas especiais para cadeira de rodas: devo usar?


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Escrito por Fabíola Canal
Edição: Guilherme Rocha
Contato: marketing@cavenaghi.com.br


Quando se pensa em cadeira de rodas personalizada e configurada às  necessidades do usuário, a indicação de um sistema adequado de assento é fundamental para complementar essa personalização. Na aquisição de uma cadeira de rodas, seja para troca de uma nova ou a primeira cadeira, algumas características do equipamento sempre são consideradas pelo usuário e pelo prescritor, como matéria prima do chassi, tipo de rodas, pneus, medidas adequadas, tipo de estrutura do quadro, se é dobrável em “X” ou monobloco entre outros itens opcionais. O intuito é sempre encontrar um produto cujo as características vão de encontro com as necessidades físicas, funcionais e estilo de vida do usuário.

Tão importante quanto a escolha do modelo e características da cadeira, é o sistema postural que a compõe, como a almofada que proporciona a base do sentar, visto que a maioria dos usuários passa a maior parte do dia sentados nas suas cadeiras, o que torna imprescindível a escolha correta deste “acessório”.

O mercado disponibiliza modelos variados de almofadas que combinam alta tecnologia, conforto, suporte e proteção, cujo indicações, assim como acontece com as cadeiras de rodas, vão de acordo com as necessidades individuais de cada usuário. As almofadas basicamente se apresentam sob três formas: ar, espuma ou uma combinação de dois ou mais tipos de materiais.

1. Almofadas de ar

Entre as almofadas de ar, existem modelos e materiais diferenciados com sistema de células individualizadas e válvulas de direcionamento do ar para se obter um melhor resultado do uso. Ainda podem apresentar formato anatômico e alturas diferenciadas cuja a indicação será de acordo com a demanda do usuário. O alvo da indicação dessas almofadas é a proteção da pele, visto que o sistema de flutuação proporcionado pela almofada impede a formação de áreas de pressão, desde que corretamente usada. São as almofadas anti  escaras, que alem de prevenir auxiliam no processo de recuperação de lesões já instaladas. Usuários de cadeiras de rodas motoramente mais comprometidos se beneficiam muito desse tipo de almofada por terem mais dificuldade de realizarem mudanças posturais ou realizarem alivio de pressão sozinhos.

2. Almofadas híbridas

As almofadas híbridas, constituídas por mais de um tipo de material, se apresentam comumente no mercado com ‘espuma e ar’ e ‘espuma e gel’. Geralmente, a base da almofada é de espuma em formato anatômico e na região do quadril há um sistema de gel ou células de ar. A combinação desses materiais e design resulta em maior estabilidade pélvica e proteção da pele em áreas de maior risco de lesão, tanto para usuários ativos ou menos ativos que passam longos períodos de tempo sentados. Saiba mais sobre esse tipo de almofada aqui.

3. Almofadas de espuma

Por fim as almofadas de espuma, que podem se apresentar com um único tipo de espuma ou uma combinação de espumas variadas, de diferentes densidades. Tem contornos diferenciados na sua forma, com curvas mais ou menos acentuadas. As diferentes combinações de espumas resultam no conforto, estabilidade, posicionamento pélvico e altura final da almofada. Usuários ativos com bastante mobilidade na postura sentada se beneficiam desse tipo de almofada, pois geralmente assumem uma postura mais ativa e fazem alívios de pressão constantemente. Confira algumas modelos clicando aqui.

Uma cadeira de rodas personalizada às necessidades do usuário, somada a um sistema de posicionamento de assento adequado certamente resultarão na otimização do uso do equipamento, melhora da função, autonomia e bem estar do usuário, o que refletirá diretamente no seu estado de saúde.


Fabiola Canal é fisioterapeuta, especialista em tecnologia assistiva, mestre em engenharia de produção, formada no método neuroevolutivo Bobath infantil, baby course e Reeducação Postural Global/RPG. Há 20 anos atuando com pessoas com deficiência e adequação postural, é gerente de produtos na Cavenaghi!

E aí, vamos de táxi?

Foto: Fabio Vinícius, Monica Lupatin Cavenaghi e Walter Sato.


Tempo de leitura: 6 minutos
Escrito por Monica Lupatin Cavenaghi
Edição: Guilherme Rocha
Contato: guilherme@cavenaghi.com.br


A promulgação da Lei Brasileira de Inclusão (LBI) foi um avanço e tanto para a garantia dos direitos das pessoas com deficiência. A nova lei, publicada em julho de 2015 e em vigor desde janeiro de 2016, consolida uma série de regras que, colocadas em prática, serão fundamentais para melhorar não apenas o dia a dia dessas pessoas, mas de toda a sociedade, na medida em que a torna mais justa e igualitária. Será um Brasil melhor de se viver.

É sempre bom lembrar que, de acordo com o Censo Demográfico 2010, realizado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), cerca de 23,9% da população tem algum tipo de deficiência visual, física, auditiva ou intelectual. Em 2010, este percentual representava mais de 45 milhões de pessoas. Deste total, cerca de 7% tinha algum tipo de deficiência severa, apresentando algum grau de dependência.

Foi pensando neste grupo e em seu direito de ir e vir que foram criados os artigos 51 e 52 da LBI. O primeiro determina que as frotas de táxi devem reservar 10% de seus veículos acessíveis as pessoas com deficiência, proibindo tarifas diferenciadas para este público e autorizando o poder público a oferecer incentivos fiscais para a formação desta frota.

Já o artigo 52 aponta que as locadoras de veículos são obrigadas a contar com um veículo adaptado para uso de uma pessoa com deficiência a cada 20 veículos de sua frota. Ele determina ainda as condições mínimas para que se considere um veículo adaptado: câmbio automático, direção hidráulica, vidros elétricos e comandos manuais de aceleração e frenagem.

Como toda lei recente, a LBI também é passível de discussões e adaptações, à medida em que ela vai se ajustando à realidade. Mas para que isso ocorra, é preciso que ela seja, antes de mais nada, implementada de fato. Dois anos depois de sua promulgação, os artigos da LBI que garantem o direito à locomoção das pessoas com deficiência estão saindo do papel para as ruas em um ritmo lento, muito abaixo do que seria necessário.

O Brasil conta hoje com uma frota de cerca de 130 mil táxis. Em um mundo ideal, para este volume, a frota de veículos adaptados deveria ser de cerca de 13 mil táxis. Até aqui, o Brasil conta com um total de apenas cerca de 700 veículos adaptados circulando. Há iniciativas aqui e ali, mas o ponto é que, dos mais de cinco mil municípios brasileiros, apenas perto de 1% destes têm algum sistema de táxi que conte com carros adaptados com rampa para transportar um cadeirante. E naqueles em que esta frota existe, os números ainda estão abaixo do previsto em lei.

Na imagem, uma Spin Acessível com rampa que atua em uma frota de táxi, no município de Guarulhos – SP.

A cidade de São Paulo, por exemplo, com uma frota de aproximadamente 38 mil táxis, conta com apenas 200 veículos adaptados (somando-se aqui os táxis pretos e os tradicionais). Se levarmos em conta que boa parte destes veículos trabalha em regime quase exclusivo para o serviço Atende (Serviço de Atendimento Especial),  percebe-se um enorme vale entre a frota existente e a necessária para atender às demandas da população. Neste caso, para atender à LBI, a frota de táxis adaptados deveria ser radicalmente maior.

Outro ponto relevante a se discutir é a obrigatoriedade de manutenção da tarifa. Justo? Sim e não. Sim, se pensarmos no alto custo de vida que é imposto a uma pessoa com deficiência. Não, se pensarmos na lucratividade do taxista, que tem investimentos (adaptação do veículo) e custos operacionais (tempo de embarque e desembarque, busca de local acessível, entre outros cuidados que este tipo de transporte exige) maiores para prestar esse serviço, se comparados a um táxi convencional.

E se falamos de táxis, não podemos deixar de lado os serviços por aplicativos como o UBER, por exemplo, que hoje conta com 500 mil veículos em todo o Brasil, 150 mil apenas na Grande São Paulo. Aqui a questão é mais delicada, pois este tipo de serviço não se enquadra na LBI, a não ser de forma genérica, no artigo 48, que prevê que os veículos de transporte coletivo terrestre, aquaviário e aéreo devem ser acessíveis.

O fato é que, se a criação da lei foi um avanço, ainda temos muito a caminhar para garantir que ela seja colocada em prática, garantindo às pessoas com deficiência o direito à locomoção nas mesmas condições que as demais. Para que isso aconteça, as discussões, interações e cobranças, seja do poder público, seja das empresas privadas, devem ser constantes. É a garantia do direito de ir e vir, de táxi, aplicativo ou de carro alugado.



Monica Lupatin Cavenaghi é administradora de empresas e empresária, diretora comercial da Cavenaghi e Vice-presidente da ABRIDEF, Associação Brasileira da Indústria, Comércio e Serviço de Tecnologia Assistiva.

5 verdades sobre a Spin com rampa da Cavenaghi


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Escrito por Guilherme Rocha
guilherme@cavenaghi.com.br
@guigo.rocha


Como todxs nós já sabemos, dia 1º de Abril é comemorado popularmente o “Dia da Mentira”. E com o objetivo de “desmistificar mitos” e disseminar fatos e verdades sobre a Spin Acessível Cavenaghi, listamos 5 assuntos relacionados ao veículo e as transformações realizadas no carro, com o intuito de esclarecer dúvidas recorrentes a todas as mudanças e adaptações realizadas até que ele fique acessível para uma pessoa cadeirante!

Queremos compartilhar com você informações relevantes, verdadeiras e de fonte confiável e, nesse caso, quem vai falar sobre o assunto é o nosso Supervisor de Vendas Técnica que atua na área de Acessibilidade Veicular da Cavenaghi há 10 anos, Fábio Vinícius. Clique nos vídeos a seguir e confira as dicas 🙂


1. Cabe 1 cadeirante e mais 4 passageiros?


2. A Spin perde a sua autonomia original?


3. Precisa alterar a documentação do veículo?


4. A transformação ocorre em 20 dias?



5. É possível financiar a Spin + a rampa?


Fabio Vinícius tem 46 anos, é casado e pai de 2 filhos. Formado em Publicidade, é um cara inovador e apaixonado por pessoas e acredita que “os encontros diários nos trazem inúmeras oportunidades de se reinventar”.


Se você quiser mais informações, entre em contato com a gente:

Atendimento ao cliente: (11) 2380.3050
Whatsapp Cavenaghi: (11) 9 4005.6008
Caso queira falar diretamente com o Fabio, escreva para fabio.vinicius@cavenaghi.com.br ou através do Whatsapp (11) 99296.6652.

Nos vemos na próxima verdade!
Até mais 🙂

5 filmes para você assistir no fim de semana

Olá, pessoal! Mais um final de semana chegando e, já que o melhor a fazer é nos preservarmos e cuidarmos da nossa saúde, preparamos uma lista com 5 filmes que tenham um conteúdo relacionado as pessoas com deficiência para você assistir ou rever novamente!

Então, prepara a pipoca e bom divertimento! Ah, sabemos que praticamente todos os filmes não são recentes… Mas, vale como comparativo sobre como a deficiência era enxergada em diferentes épocas e países! E fomos democráticos na escolha: tinha que ter filmes gratuitos e pagos, acessível para todos os bolsos!

E fica lançado o desafio: quais filmes sobre esse tema você assistiu recentemente e que você achou? Comenta com a gente para atualizarmos a nossa próxima lista! Bom divertimento 🙂


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Escrito por Guilherme Rocha
guilherme@cavenaghi.com.br
@guigo.rocha


1. Menina de Ouro

Frankie Dunn é um veterano treinador de boxe de Los Angeles que mantém quase todos a uma certa distância, exceto o velho amigo e sócio Eddie Dupris. Quando Maggie Fitzgerald, uma operária transferida de Missouri, chega ao ginásio de Frankie em busca de sua experiência, ele fica relutante em treinar a jovem. Mas quando cede ao seu jeito reservado, os dois formam um vínculo muito próximo que inevitavelmente mudará suas vidas.


2. Uma Lição de Amor

Sam Dawson, um pai com problemas mentais que toma conta de sua filha Lucy com a ajuda de um grupo de amigos. Quando Lucy faz sete anos e começa a ultrapassar seu pai intelectualmente, o seu vínculo é ameaçado quando sua vida nada convencional chama a atenção de uma assistente social que quer que Lucy seja colocada em um orfanato.


3. O Colecionador de Ossos

A policial Amelia Donaghy está na perseguição de um assassino em série cujo cartão de visita é um pequeno pedaço de osso extraído de cada uma de suas vítimas. Incapaz de decifrar as pistas enigmáticas que o assassino deixa para trás na cena do crime, Amelia apela para o tetraplégico especialista em criminologia forense, Lincoln Rhyme, para ajudar. Com ela agindo como intermediária de Rhyme, os dois se juntam na esperança de descobrir quem pode ser a próxima vítima.


4. Uma Janela para o Céu

Jill Kinmont é uma jovem de 18 anos que vive nos Estados Unidos de 1955. Um grande talento no esqui, todos apostam que a menina ganhará os Jogos Olímpicos de Inverno de 1956. Mas acontece um acidente, e Jill quase morre depois de uma perigosa queda na neve. Ela não perde a vida, mas fica paralisada do pescoço para baixo, e impedida de praticar esportes para sempre. Jill começa então a enfrentar outra batalha: Reaprender a viver, agora com uma deficiência grave. Para isso ela terá que contar com o apoio de familiares, pais e amigos.


5. Amargo Regresso

Quando seu marido embarca para o Vietnã com os fuzileiros, Sally começa a trabalhar em um hospital de veteranos. Lá ela se apaixona por Luke, um sargento que ficou paraplégico na guerra. Quando Bob retorna, os três tentam se adaptar às mudanças.


E aí, curtiu?! Ou relembrou?! Deixa seu comentário! E nos vemos no próximo post…

Até lá!

Coronavírus: informações para as pessoas com deficiência


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Escrito por Guilherme Rocha
guilherme@cavenaghi.com.br
@guigo.rocha


Ciente da atual situação global vivenciada pela epidemia da doença COVID-19 transmitida pelo novo Coronavírus e com base nas orientações da OMS – Organização Mundial de Saúde – e dos demais órgãos competentes, que direcionam sobre as medidas preventivas que devem ser tomadas para evitar a rápida propagação deste vírus, a Cavenaghi gostaria de compartilhar através de um vídeo depoimento gravado pela sua diretora comercial Monica Lupatin Cavenaghi, algumas informações para o seu público no intuito de contribuir para que essa pandemia seja controlada e amenizada aos poucos, além de comunicar algumas alterações em sua rotina de loja – durante o período de quarentena – e reforçar informações que são do interesse das pessoas com deficiência, relacionadas a esse momento de cuidados e prevenção, que você pode ler e acessar após o vídeo.



Em paralelo, gostaríamos de compartilhar um material informativo de apoio e divulgação sobre a COVID-19 e os pontos de atenção para com o público PCD, elaborado e distribuído em 19 de março de 2020 às 17h22m pela Secretaria Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência, órgão integrante do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos que atua na articulação e coordenação das políticas públicas voltadas para as pessoas com deficiência.

Em breve, compartilharemos mais notícias sobre a atual situação relacionada a esse momento e esperamos, através das medidas tomadas e da disseminação da informação, contribuir para diminuição dessa pandemia e celebrar a sua diminuição de expressividade 🙂


Confira algumas orientações relacionadas ao funcionamento das nossas lojas, bem como os canais de atendimento que disponibilizamos a fim de dar suporte e atendimento a todos os nossos clientes:

  1. Televendas (para todo o Brasil)
    Fone: (11) 2380.3050
    Whatsapp: (11) 94005.6880

  2. Vendas via e-commerce (para todo o Brasil)
    www.cavenaghi.com.br

  3. Atendimento presencial na loja de São Paulo apenas sob agendamento:
    (11) 2380.3050

  4. A loja Rio de Janeiro permanece fechada, mas está operando através do Whatsapp: (21) 97041.2195

  5. Frete grátis para todo o Brasil para compras acima de R$500,00

  6. Horário de funcionamento para atendimento em todos os canais:
    Segunda a sexta, das 8h às 17h
    Sábados, das 8h às 16h

Leila, dois filhos cadeirantes e uma Spin Acessível

Em comemoração ao Dia Internacional da Mulher, ao longo da semana de 2 a 6 de março de 2020, compartilhamos histórias, vivências e experiências de 5 mulheres que combinam inspiração, empoderamento, determinação, força e superação! Acompanhe todas as histórias aqui no nosso blog e boa leitura 🙂


Tempo de leitura: 5 minutos
Escrito por Guilherme Rocha
guilherme@cavenaghi.com.br
@guigo.rocha


Leila Conceição tem 56 anos e é mãe de dois filhos: Thiago, de 36 anos e Sabrina, de 31. Ambos são cadeirantes, com paralisia cerebral. Por eles terem um alto nível de dependência, Leila dedica a maior parte do seu tempo para cuidar deles, levando-os para fisioterapia, consultas médicas e etc, além de todos os cuidados da casa onde eles moram em Pindamonhangaba, interior de São Paulo.

Divorciada há 15 anos, na época, Leila descobriu que tinha um terreno e, com o passar dos anos, a rotina da família passou a exigir um esforço grande para guardar as duas cadeiras de rodas no porta-malas, além de transferir “as crianças” (forma ao qual ela se refere aos filhos) para o banco do carro. Decidiu, então, vender esse terreno e usar o valor recebido para investir em um carro que pudesse facilitar o dia a dia da família.

Foi aí que, através das redes sociais, ela conheceu a Cavenaghi, em 2019. Imediatamente entrou em contato com a empresa e começaram as conversas. Porém, a solução disponível que poderia atender a necessidade da Leila era a Spin Acessível!

Mas, tinha um pequeno detalhe: só dava para transportar um cadeirante por vez acomodado em sua própria cadeira de rodas. Entretanto (e felizmente!), a Cavenaghi tinha um outro produto que “caiu como uma luva”: o banco giratório, uma adaptação onde o banco do passageiro sai para fora do carro, facilitando assim a transferência de pessoas com mobilidade reduzida. Era tudo o que Leila, Thiago e Sabrina precisavam! Dessa forma, o Thiago entra na parte de trás do carro e viaja acomodado em sua própria cadeira de rodas e a Sabrina, transfere para o banco do passageiro!

“Poder cuidar dos meus filhos, propiciando para eles o melhor que eu posso fazer, faz eu me sentir uma mulher guerreira, além de transmitir força e muito amor para outras mães. Somos uma família muito feliz, meus filhos são um presente de Deus e eu acredito muito no poder dele. Mesmo sabendo que nossa vida não é fácil, eu sou muito grata a Deus por ter a oportunidade de cuidar “das crianças”, pois eu sei que tem mães em situações muito mais difíceis que a minha”.


E aí, gostou das histórias que trouxemos ao longo da Semana da Mulher?! Nós agradecemos a todas as personagens que participaram com a gente dessa semana, dividindo um pouco de suas vidas conosco! Em breve, voltaremos com mais conteúdo pra você! E lembre-se: compartilhe a sua história com a gente: envie um e-mail para marketing@cavenaghi.com.br ou mande um Whastapp para (11) 991211993. Você pode ganhar descontos em produtos além de ter a uma matéria como essa que pode inspirar e ajudar outras pessoas!

Nos vemos no próximo post…
Até lá 🙂

Guilherme Rocha
guilherme@cavenaghi.com.br
@guigorocha

Inspiração e superação: conheça a história de Selma Ferreira

Em comemoração ao Dia Internacional da Mulher, ao longo da semana de 2 a 6 de março de 2020, compartilhamos histórias, vivências e experiências de 5 mulheres que combinam inspiração, empoderamento, determinação, força e superação! Acompanhe todas as histórias aqui no nosso blog e boa leitura 🙂


Tempo de leitura: 5 minutos
Escrito por Guilherme Rocha
guilherme@cavenaghi.com.br
@guigo.rocha


Aos 27 anos, Selma deu a luz a um menino chamado Victor Hugo, que aos 5 anos de idade, desencadeou crises convulsivas de difícil controle (epilepsia). A partir daí, a rotina hospitalar passou a ser frequente e, em uma das internações do Victor, conheceu uma criança de 1 ano com paralisia cerebral, abandonada pela mãe biológica. Diante dessa situação, ela fez uma promessa: “Se Deus me permitir levar o Victor Hugo para casa novamente, eu irei lutar pela adoção daquele menino”. Miguel – a criança da UTI – mal sabia que dentro de alguns dias, ganharia um novo lar, uma mãe corajosa e uma família especial.

Nas fotos, Miguel e Victor Hugo

5 anos se passaram e Selma viajava de Cuiabá a Ribeirão Preto eventualmente para realizar o tratamento do Victor Hugo. Nesse período, pelo alto custo do transporte por ambulância, conseguiram por decisão judicial “ganhar” o valor de uma adaptação e compraram uma Doblô Acessível para transportá-lo nessas viagens. Porém, durante esse processo em 2013, o filho mais novo Miguel teve uma parada cardiorrespiratória e não resistiu. 8 meses depois, às vésperas da chegada do carro adaptado, Victor Hugo ficou internado na UTI e, infelizmente, também veio a falecer.

Sem utilidade, ela tentou vender o carro, mas não conseguiu. Inevitavelmente, teve uma depressão pela perda das duas crianças, mas tomou uma decisão: começou a usar a Doblô Acessível para prestar serviço de transporte para os cadeirantes de Cuiabá, onde os transportava para hospitais, consultas, clínicas de terapia, escolas e passeios ao shopping. Conheceu novas pessoas e também prestava serviço social – muitas vezes não cobrava as corridas. Pela inexperiência no transporte, começou a ter prejuízo, pois cobrava um preço baixo para atender a população menos favorecida. Infelizmente, teve que vender o carro.

Até agora, já temos motivos suficientes para entender o motivo e a razão do título desse post, certo? Pois, não para por aqui: Em uma das visitas ao lar de crianças com algum tipo de deficiência, em Cuiabá, Selma conheceu a Andressa, de 5 anos e que tem uma paralisia cerebral, alimenta-se por sonda e não anda. Juntamente com a sua família, decidiram adotá-la. Logo após, teve uma atitude pra lá de empreendedora: profissionalizou-se, fez cursos e reorganizou-se financeiramente durante dois anos. Ficou esse tempo sem trabalhar, mas focou em sua saúde e nos cuidados com a Andressa. E após esse período, pegou suas economias e investiu em um novo carro adaptado: uma Spin Acessível para voltar ao trabalho que ela tanto gostava e que ajudava às pessoas que também precisavam.

Andressa, 5 anos, filha da Selma

“Trabalhar no táxi acessível alimenta meu espírito, pois eu posso contribuir para outras pessoas e famílias que passam pela mesma situação que eu”, comentou Selma, que também é casada e mãe da Yasmin, do Igor Henrique (filhos biológicos) e da Andressa, que já conhecemos.

Hoje, além de trabalhar no táxi acessível, ela tem planos de investir num segundo carro adaptado, conciliando retorno financeiro e trabalho social. “Eu quero ter mais uma Spin Acessível para aumentar a demanda de corridas e poder praticar um preço mais justo para atender um número maior de pessoas que precisam”, afirma.

Na foto, o sr. Jormindo (marido da Selma) e o Fabio Vinicius (equipe Cavenaghi) no dia da entrega da Spin Acessível


Gostou?! Então se liga que amanhã traremos uma nova história, em comemoração a Semana da Mulher! Se você quiser compartilhar a sua história com a gente, envie um e-mail para marketing@cavenaghi.com.br ou manda um Whastapp para (11) 991211993. Você pode ganhar descontos em produtos além de ter a uma matéria como essa que pode inspirar e ajudar outras pessoas!

Nos vemos no próximo post…
Até lá 🙂

Guilherme Rocha
guilherme@cavenaghi.com.br
@guigorocha

Rosane, o opala adaptado e os movimentos em prol da inclusão

Em comemoração ao Dia Internacional da Mulher, ao longo da semana de 2 a 6 de março de 2020, compartilhamos histórias, vivências e experiências de 5 mulheres que combinam inspiração, empoderamento, determinação, força e superação! Acompanhe todas as histórias aqui no nosso blog e boa leitura 🙂


Tempo de leitura: 5 minutos
Escrito por Guilherme Rocha
guilherme@cavenaghi.com.br
@guigo.rocha


“Há muitos anos atrás, falei pro Carlos (Cavenaghi) sobre um filme que o personagem dirigia uma Kombi em sua própria cadeira de rodas. Muitos anos depois, em 2018, procurei a Cavenaghi para comprar o Pegasus”.

Rosane Audi Cristofolini, 64 anos, é formada em psicologia pela universidade São Marcos. Na época da faculdade, em 1976, encontrou uma auto escola e iniciou o processo para tirar a sua CNH. Nessa época, ela teve o primeiro contato com a Cavenaghi e com o sr. Olevir (pai do Carlos Cavenaghi). Adaptou seu primeiro carro (um Opala bege) e depois de longos 5 anos, completou a faculdade e imediatamente começou a trabalhar. Nessa época, ela tinha força para se locomover com bengalas canadenses.

Nascida no interior de São Paulo, na cidade de Borborema, foi diagnosticada com Poliomelite aos 8 meses de vida, logo após perder seu pai. “Desde cedo, eu tive uma grande referência de mulher”, referenciando-se a sua mãe, dona Genoveva, que ficou viúva após 1 ano e meio de casada e encarou a doença de Rosane com muita autoestima. Até os 8 anos de idade, fazia 2 sessões de fisioterapia por dia a fim de recuperar e fortalecer o máximo de movimentos possível, pois a doença tinha comprometido seus membros superiores e inferiores. Aos 13 anos, iniciou um longo período de cirurgias ortopédicas. Foram 23 cirurgias no total. As últimas cirurgias, ela já estava na faculdade.

Na foto, Rosane e as primas, Marina e Celisa

Formou-se em 1981, um ano marcado pela luta das pessoas com deficiência a favor da inclusão social. Foi quando conheceu o seu futuro marido através de um programa de TV. Hilário Cristofolini também era cadeirante e um dos líderes que organizava os movimentos em prol dos direitos das Pessoas com Deficiência em todo o Brasil. Rosane juntou-se ao movimento pela inclusão e conheceu Hilário pessoalmente. Casaram-se em 1987 e ficaram juntos por 30 anos.

Nas fotos, Rosane e Hilário, na cerimônia de casamento

Cerca de 20 anos atrás, Rosane foi diagnosticada com Síndrome Pós-Pólio e tinha muitas dores, principalmente nos ombros e nas articulações. Passou a usar a cadeira de rodas motorizada. “É um conforto imenso, porém um grande desconforto na hora de guardá-la no carro”, ela conta. Em 2017, ficou sabendo através da internet que a Cavenaghi iria lançar o Pegasus e não pensou duas vezes: procurou o Carlos Cavenaghi para retomar o assunto do filme e verificar a possibilidade de conduzir uma Ecosport em sua própria cadeira de rodas.

“O Pegasus trouxe autonomia e liberdade pra mim, pois eu consigo entrar e sair do carro com facilidade. Hoje eu tenho uma vida tranquila, porém ativa e atarefada: sou aposentada, síndica do prédio onde eu moro e administro os cuidadores do meu padrasto, que tem 88 anos e convive com Alzheimer. Uso o carro para me divertir, ir ao médico, visitar as amigas e os parentes e pra ir aonde eu quiser, controlando meu esforço físico apenas para dirigir, sem depender de ninguém”.


Importante: A Rosane faz parte do projeto PEGASUS no BRASIL como unidade teste. Este projeto está em tramitação documental nos órgãos competentes. Para mais informações, entre em contato conosco: (11) 2380.3050.


Gostou?! Então se liga que amanhã traremos uma nova história, em comemoração a Semana da Mulher! Se você quiser compartilhar a sua história com a gente, envie um e-mail para marketing@cavenaghi.com.br ou manda um Whastapp para (11) 991211993. Você pode ganhar descontos em produtos além de ter a uma matéria como essa que pode inspirar e ajudar outras pessoas!

Nos vemos no próximo post…
Até lá 🙂

Guilherme Rocha
guilherme@cavenaghi.com.br
@guigorocha

Ariane Fuccilli e a liberdade de ir e vir

Em comemoração ao Dia Internacional da Mulher, ao longo da semana de 2 a 6 de março de 2020, compartilhamos histórias, vivências e experiências de 5 mulheres que combinam inspiração, empoderamento, determinação, força e superação! Acompanhe todas as histórias aqui no nosso blog e boa leitura 🙂


Tempo de leitura: 5 minutos
Escrito por Guilherme Rocha
guilherme@cavenaghi.com.br
@guigo.rocha


Antes de ler essa matéria, que tal pegar uma carona no Pegasus da Ariane? Assista o vídeo, conheça a sua história e veja na prática, como ela entra, sai e dirige seu carro na própria cadeira:

Ariane Fuccilli, 44 anos, é formada em psicologia desde 2012. Atualmente, é funcionária pública e trabalha na maternidade Amador Aguiar, prestando atendimento na área de planejamento familiar. O primeiro contato com o “universo” da pessoa com deficiência foi quando seu padrinho sofreu um acidente automobilístico que o deixou tetraplégico em 1994.

Em 2002, Ariane teve uma lesão no cerebelo, origem da esclerose múltipla, deixando-a paraplégica com graves comprometimentos, inclusive nos membros superiores. “Eu não tinha força se quer para segurar um talher”, conta Ariane. Em 2004 fez um transplante de medula para controlar a patologia.

Após a cirurgia, Ariane foi para a faculdade e pode contar com a ajuda de seu pai, Wilde, que a levou diariamente durante 5 anos para conquistar seu diploma e formação. Além dele, ela pode contar sempre com a ajuda de muitas pessoas que também a ajudaram de alguma forma ao longo dessa jornada. Concluída essa etapa, por mais alguns anos, seu pai a levava diariamente ao trabalho e as transferências pro carro começaram a ficar um pouco desgastantes para todos (isso, infelizmente, é inevitável na vida de qualquer pessoa que utiliza cadeira de rodas).

Foi então que a Ariane conheceu Pegasus da Cavenaghi, o que mudou radicalmente a sua vida (e de toda sua família). “O Pegasus me deu autonomia e liberdade para todos na minha casa, pois meus pais podem fazer o que quiserem. É uma solução em tecnologia assistiva e adaptação veicular para pessoa com deficiência libertadora, permitindo que o cadeirante entre e saia do carro sem se preocupar em transferir da cadeira de rodas para o banco do carro”. Além disso, a experiência em conduzir o Pegasus é empoderadora, afirma Ariane: “Por mais que o assunto sobre o machismo e feminismo esteja em alta, ainda existem comentários que taxam as mulheres de “barbeira” e etc.

Estar conduzindo esse carro mostra um empoderamento ainda maior: sou mulher, sou cadeirante e meu carro me auxilia ao ponto de eu não depender de ninguém. Eu tenho consciência que faço parte de uma parcela da população privilegiada por ter acesso e recurso para poder nessa tecnologia que me auxilia muito. O ideal é que todos tivessem acesso, inclusive pelos SUS (risos). Mas mesmo sendo uma solução de alto investimento financeiro, o fato de existir e possibilitar a autonomia já é um primeiro e grande passo para evoluirmos”.


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Guilherme Rocha
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